Framework de GEO da Papoca: como analisamos presença em IA?
Framework de GEO, como funciona um diagnóstico

Framework de GEO da Papoca: como analisamos presença em IA?

Framework de GEO, como funciona um diagnóstico

Um diagnóstico de presença em IA só faz sentido quando existe metodologia: um framework de GEO para sustentar o processo. Afinal, jogar algumas perguntas no ChatGPT e reunir dados isolados pode até trazer algumas pistas interessantes, mas não entrega uma visão confiável sobre como uma marca aparece nas respostas das LLMs.

É por essa falta de método, aliás, que nem todo diagnóstico de GEO para empresas B2B consegue transformar informação em dado de negócio. E é aí que mora o perigo. Se você não conhece o passo a passo de uma auditoria de GEO, provavelmente também não consegue avaliar o serviço que contratou (ou que está pensando em contratar).  

Já parou para pensar na quantidade de tempo, dinheiro e oportunidades que um diagnóstico frágil pode custar à sua empresa?

Afinal, as respostas geradas por IA já entraram na jornada de decisão do cliente, e esse é um caminho sem volta. Para você ter ideia:

  • a McKinsey estima que metade dos consumidores já usam busca com IA;
  • a Bain & Company aponta que 80% dos usuários dependem de resultados escritos por IA em pelo menos 40% das buscas.

Ou seja, se as respostas das IAs influenciam descoberta, comparação e decisão de compra, medir presença nesse ambiente exige mais do que apenas observação pontual: exige processo estruturado que mostra o que fazer com os dados.

É por isso que, neste artigo, mostramos como o framework de GEO da Papoca elimina fragilidades e transforma o diagnóstico de GEO para empresas B2B em plano de ação concreto. 

Acompanhe!

Principais aprendizados

  • Um diagnóstico de GEO confiável exige metodologia que inclui alto volume de prompts segmentação do modelo de IA e análise de concorrência, pois análises pontuais em uma única IA não representam a presença real da marca.
  • O framework de GEO da Papoca combina volume estatístico, segmentação por LLM, separação entre respostas com e sem buscas na web, concorrentes reais e queries do público.
  • Os resultados do diagnóstico de GEO para empresas B2B devem orientar ações em três frentes: produção de conteúdos citáveis, estrutura técnica rastreável e fortalecimento da autoridade da marca em fontes externas.
  • Visibilidade, posição média, sentimento, menções e influência ajudam a entender não apenas se a marca aparece, mas como e com qual relevância é apresentada pelas IAs.
  • Uma auditoria de GEO completa não termina em gráficos e descobertas gerais, mas transforma os achados em prioridades, responsáveis, prazos e ações capazes de melhorar a presença da marca.

Como funciona um diagnóstico de GEO para empresas B2B?

Funciona como um mapa da presença da marca nas ferramentas de IA generativa (ChatGPT, Claude, Gemini etc). O diagnóstico de GEO mostra onde a empresa aparece, onde ainda está invisível, quais concorrentes ocupam espaço nas respostas e que caminhos seguir para melhorar visibilidade, autoridade e relevância nas respostas dos LLMs.

Esse resultado só é possível com metodologia estruturada que testa perguntas reais do cliente ideal da empresa em diferentes IAs. Mas, como as respostas de IA são probabilísticas, uma mesma pergunta com contexto levemente diferente pode alterar completamente o resultado da busca.

Agora imagine esse cenário acontecendo em todos os modelos mais utilizados pelo público. Percebe que, sem um volume consistente de prompts e segmentação por LLM, por exemplo, o resultado fica raso?

Quando você entende como funciona um diagnóstico de GEO para empresas B2B, fica nítida a diferença entre um serviço que mostra se uma marca aparece ou não e outro que entrega o que fazer com os resultados. É este tipo de diagnóstico que sustenta a decisão de investimento para melhorar a presença em IA.

O que analisar em um diagnóstico de GEO?

Em um diagnóstico de GEO, analise o volume de prompts, a cobertura de LLMs, a origem das menções à marca, os concorrentes avaliados e os que aparecem nas respostas e a qualidade do entregável. Esses critérios mostram se a análise é confiável e se gera próximos passos objetivos e estratégicos.

Com base nesses critérios, veja o que diferencia um diagnóstico básico de um completo e confiável.

CritérioDiagnóstico rasoDiagnóstico completo
Volume de promptsUsa poucas perguntas manuais, muitas vezes sem evidenciar quantos prompts foram analisados ou como foram escolhidos.Declara o volume total de prompts, justifica a amostra e organiza a análise por categoria, intenção, etapa da jornada, LLM e cenário avaliado.
Cobertura de LLMsAnalisa uma única ferramenta, geralmente o ChatGPT, e trata esse resultado como se representasse toda a presença da marca em IA.Analisa diferentes LLMs, como ChatGPT, Gemini, Perplexity, Claude e DeepSeek, com leitura separada para cada modelo.
Origem da menção à marcaNão informa se as respostas foram geradas com ou sem acesso à web. Quando menciona fontes externas, nem sempre separa os resultados.Diferencia respostas com RAG e sem RAG, evitando misturar dados que mostram comportamentos diferentes das IAs.
ConcorrentesAvalia a marca de forma isolada ou compara com players genéricos, que nem sempre refletem os concorrentes reais do cliente.Compara a marca com concorrentes reais do mercado, considerando LLM, tipo de query, etapa da jornada e contexto da menção.
Qualidade do entregávelEntrega um PDF descritivo, com gráficos, prints e achados gerais, mas pouca clareza sobre o que fazer depois.Entrega uma análise interpretada, com prioridades por impacto, esforço estimado e implicações estratégicas para orientar o plano de ação.

Saber o que analisar em um diagnóstico de GEO já ajuda a fugir de auditorias frágeis. Mas a análise só fica realmente confiável quando esses critérios fazem parte de um método.

É por isso que o framework da Papoca organiza tudo em uma metodologia própria: o que medir, como medir e como transformar os dados em próximos passos.

Framework de GEO da Papoca para diagnósticos confiáveis

O framework de GEO da Papoca se apoia em quatro pilares para entregar menos achismo e um plano de ação que ajuda a definir prioridades:

1. Volume estatístico;

2. Segmentação por LLM;

3. Origem da menção (com RAG vs. sem RAG);

4. Queries reais do nicho.

No processo, utilizamos a Evertune como ferramenta central. A escolha foi estratégica, já que ferramentas tradicionais de SEO, em geral, costumam testar poucos prompts, não cobrem bem o mercado brasileiro e nem sempre trazem transparência sobre as fontes usadas nas respostas.

Mas, claro, a ferramenta não trabalha sozinha. Nosso time de especialistas é o responsável por fazer o desenho do diagnóstico, a validação das categorias, a leitura crítica dos dados e a conexão entre métrica e ação.

Entenda como funciona.

Pilar 1: Volume estatístico relevante

O diagnóstico começa pela escolha do Product Category, a palavra-chave em torno da qual a análise vai rodar. De preferência, esse termo precisa ser transacional, porque o objetivo é gerar listas de empresas ou soluções. Termos conceituais costumam produzir respostas explicativas e, por isso, não servem tão bem para medir presença competitiva.

Por exemplo, “software de CRM” funciona, porque, ao perguntar sobre o tema para uma IA, a resposta é uma lista de ferramentas. Já “o que é CRM” não funciona porque gera uma explicação conceitual, não uma lista de concorrentes.

Antes de sugerir a categoria ao cliente, o analista testa o termo manualmente em pelo menos duas LLMs, geralmente ChatGPT e Gemini, e observa se a resposta vem em formato de lista, se os concorrentes reais aparecem e se existe algum fator que pode distorcer o resultado.

A partir daí, a Evertune gera até 130 variações de prompts. Cada variação roda 100 vezes em cada LLM, porque uma resposta de IA não é determinística. O resultado chega a cerca de 13.000 prompts por LLM e, somando 10 a 12 modelos de IA ou formatos de busca, ultrapassa 140.000 prompts por diagnóstico.

Esse volume é o que garante relevância estatística. Com menos de 500 prompts por categoria, a presença da marca pode parecer forte ou fraca por ruído; com volume alto, o padrão começa a aparecer.

Ou seja, a análise estatística de prompts deixa de ser um detalhe técnico e vira proteção contra decisões ruins.

Pilar 2: Segmentação por LLM

Os modelos de IA podem citar marcas diferentes, usar fontes diferentes e organizar respostas de formas diferentes. Por isso, a Papoca reporta resultados separados por LLM, país e idioma.

Nos nossos diagnósticos, testamos as seguintes LLMs:

  • ChatGPT;
  • Gemini;
  • Google IA;
  • Meta IA;
  • Perplexity;
  • Claude;
  • DeepSeek.

Também separamos formatos dentro do mesmo ecossistema: Gemini padrão, Gemini Search, Google AI Mode, Google AI Overview, ChatGPT padrão e ChatGPT Search, por exemplo. Uma marca pode aparecer bem em um ambiente e praticamente sumir em outro.

Essa leitura é essencial para priorizar ação. Se a marca está forte em respostas com busca, mas fraca em respostas sem busca, a estratégia não é a mesma. Se perde espaço só em um LLM, o diagnóstico precisa mostrar com clareza.

Pilar 3: Origem da menção (com RAG vs. sem RAG analisadas separadamente)

RAG (Retrieval-Augmented Generation) é quando a IA consulta a web em tempo real para montar a resposta. Sem RAG, o modelo responde com base no conhecimento aprendido no treinamento. Essa diferença muda o diagnóstico e, principalmente, muda o plano.

Em respostas com busca, páginas atualizadas, fontes externas e ajustes técnicos podem influenciar resultados em semanas ou poucos meses. Em respostas sem busca, a mudança tende a ser mais lenta, porque depende de atualizações na base de treinamento dos modelos de IA.

É por isso que o framework de GEO da Papoca trata esses cenários separadamente. Se a marca aparece em um cenário, mas some no outro, existe um tipo de lacuna. Se não aparece em nenhum dos dois, o desafio pode ser mais estrutural. O plano de ação muda, o prazo muda e a expectativa também.

Pilar 4: Queries reais do nicho

Prompts genéricos ajudam a criar volume, mas queries reais trazem precisão estratégica. Por isso, além dos prompts gerados automaticamente, a estratégia da Papoca recomenda alimentar o diagnóstico com perguntas reais coletadas de call centers, reviews, e-mails, reuniões comerciais e pesquisas com o cliente ideal.

A diferença entre as duas abordagens, que são complementares, está na intenção. Por exemplo: “quais empresas oferecem solução X?” é uma pergunta útil. Mas “qual solução X atende empresas com operação nacional, integração Y e implementação rápida?” chega muito mais perto da decisão de compra.

Ou seja, o diagnóstico de GEO para empresas B2B precisa conversar com a dor do mercado, não apenas com o vocabulário interno da marca.

E mais: diagnóstico bom não termina no relatório. Depois de entender o cenário, é hora de transformar os dados em ações práticas para melhorar a presença da marca nas respostas de IAs.

Metodologia de otimização para LLMs: o que fazer com os resultados do diagnóstico?

Na Papoca, o plano de ação segue uma metodologia de otimização para LLMs organizada em três frentes: conteúdo citável, estrutura técnica rastreável e autoridade externa.

1. Conteúdo: otimização para citabilidade

Para gerar respostas em IA, o conteúdo precisa ser fácil de entender, verificar e reaproveitar, o que inclui páginas atualizadas, estrutura em perguntas e respostas (que realmente resolvam a dor do leitor), estatísticas, dados verificáveis e marcação de atualização.

Também entram as meta descriptions, mesmo em um cenário em que o Google reescreve muitas delas. Para IA, descrições objetivas ajudam a reforçar contexto.

A Papoca também trabalha com a ideia de Answer Hub: uma página enciclopédica sobre a marca, seus produtos, diferenciais, integrações, públicos, casos de uso e comparações. O objetivo é criar uma fonte completa o suficiente para ser entendida, resumida e citada pelas LLMs.

2. Estrutura técnica: otimização para rastreabilidade

Se os crawlers (robôs das empresas de IA que varrem a internet lendo páginas) não entendem a página, a LLM também tende a ter dificuldade.

Por isso, a otimização técnica prioriza HTML estático ou SSR (e menos dependência de JavaScript), dados estruturados em JSON-LD e propriedades como sameAs, FAQPage, dateModified, about e mentions.

Essa frente ainda considera arquivos machine-readable, como /llms.txt e /.well-known/brand.json. Embora ainda estejam em evolução, já apontam para um futuro em que as marcas precisarão organizar informações não só para pessoas, mas para modelos.

3. Fontes externas: otimização para autoridade

LLMs não aprendem só com o site da marca. Esses modelos de IA são influenciados por Wikipedia, Wikidata, sites de comparação, reviews, rankings, diretórios, notícias, comunidades e conteúdos de terceiros. É aqui que mention building ganha força.

A lógica é diferente do link building tradicional. O link continua importante para SEO, mas a menção ajuda a IA a reconhecer que aquela marca pertence a determinada categoria, disputa determinado mercado e é associada a certos atributos.

Este é o diferencial da nossa metodologia de otimização para LLMs: transformar visibilidade baixa em pauta, problema técnico em correção e ausência de menções externas em estratégia de autoridade.  

Em outras palavras, a otimização fecha o framework de GEO da Papoca justamente porque transforma métrica em trabalho e impacto.

Como medir presença em IA generativa?

Para medir presença em modelos de IA generativa, a metodologia da Papoca avalia visibilidade e posição média (juntas, mostram o share of model da marca), sentimento (com base em palavras associadas à marca) e dados de content analytics, como menções e influência nas respostas de IA.

Entenda mais sobre cada métrica.

Visibilidade e posição média

A visibilidade mostra com que frequência a marca aparece nas respostas das IAs. Já a posição média indica em que lugar costuma ser citada quando aparece: no começo da resposta, no meio da lista ou quase no final, depois dos concorrentes.

Na metodologia da Papoca, essas duas métricas são analisadas juntas para calcular o share of model da marca, que mostra se a empresa foi mencionada e o peso dessa presença.

Esse dado importa porque uma marca citada em muitas respostas sempre depois dos concorrentes vive um cenário diferente de uma marca que aparece menos vezes, mas em posições mais fortes. 

É essa leitura combinada que ajuda a mostrar se a presença em IA generativa está realmente competitiva. Com o framework de GEO da Papoca, o diagnóstico permite chegar a essa métrica com mais segurança.

Sentimento

O sentimento ajuda a entender não só se a marca aparece, mas como aparece.

Para isso, a análise considera as principais palavras associadas à empresa nas respostas das IAs, separando termos positivos e negativos. Depois, compara esse resultado com os concorrentes para entender se a percepção gerada pelas IAs está alinhada ao posicionamento desejado.

Essa métrica é importante porque presença sem contexto pode enganar. A marca pode até aparecer com frequência, mas associada a dúvidas, limitações técnicas, problemas de suporte ou custo alto. Ou pode ter presença menor, mas vinculada a atributos fortes, como especialização, confiança, inovação ou bom custo-benefício.

Menções

As menções mostram quantas vezes um domínio ou URL aparece nas respostas das IAs.

Essa métrica ajuda a entender quais fontes estão sustentando o que os modelos dizem sobre aquele mercado. E aqui não estamos falando apenas do site da empresa. Também entram blogs, portais especializados, redes sociais, fóruns, comparadores, diretórios, páginas de concorrentes e outros sites que podem influenciar a resposta.

Na prática, essa métrica mostra de onde vêm as informações que ajudam a IA a formar opinião sobre a marca, o nicho e os concorrentes.

Influência

Como medir presença em IA generativa envolve avaliar as menções à marca, é importante ter em mente que nem toda menção tem o mesmo peso.

Por isso, a influência em IA mostra o quanto um domínio realmente contribui para formar as respostas dos LLMs. Para isso, a análise considera fatores como acessibilidade técnica, autoridade do site dentro da categoria, posicionamento orgânico e citação como fonte em respostas com busca ativada (com RAG).

Na prática, a métrica mostra os domínios mais influenciadores (da marca e dos concorrentes) no mercado do cliente. Assim, dá para entender onde a marca já tem força, onde precisa aparecer mais e quais fontes podem ser trabalhadas em estratégias de conteúdo, atualizações e construção de autoridade.

Auditoria de GEO: passo a passo, do diagnóstico ao plano de ação

O passo a passo de uma auditoria de GEO (ou diagnóstico de GEO) segue as etapas:

  1. Definir categoria transacional e concorrentes da marca;
  2. Rodar alto volume de prompts em múltiplos LLMs, considerando perguntas reais do nicho;
  3. Separar respostas de IA com e sem busca ativada;
  4. Analisar visibilidade, posição, sentimento, menções e influência;
  5. Priorizar a otimização em três frentes: conteúdo, estrutura técnica e autoridade;
  6. Criar plano de ação, com estratégia, responsáveis, prazos e impacto esperado.

Na entrega da Papoca, o cliente recebe relatório completo e plano de ação detalhado e apresentado em reunião com os analistas responsáveis. Nada de prints de tela e recomendações soltas: a nossa proposta é mostrar o que tende a mover resultado.

É por isso que o nosso framework de GEO troca fragilidade por clareza e direcionamento.

Veja o framework de GEO da Papoca aplicado à sua marca

Agora que você sabe como funciona um diagnóstico de GEO, a pergunta que fica é simples: o serviço que você contratou ou está pensando em contratar passa por esse filtro de qualidade?

Nossa metodologia foi pensada e desenvolvida justamente para tirar a otimização para LLMs do campo do achismo: mostramos onde sua marca aparece e os próximos passos para aumentar sua presença em IA.

Fale com a Papoca, solicite um diagnóstico e veja o nosso framework de GEO aplicado ao seu site.

Foto de Thais Souza

Thais Souza

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